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Ameaça de bomba faz avião vindo de Israel pousar na Bulgária

Aeronave aterrissou no aeroporto de Sófia após autoridades receberem uma ameaça por e-mail. Equipes especializadas realizaram inspeção para verificar a possível presença de explosivos. <

Ameaça de bomba faz avião vindo de Israel pousar na Bulgária

Um avião comercial procedente de Israel pousou no Aeroporto de Sófia, capital da Bulgária, nesta terça-feira (3), após autoridades receberem uma ameaça de bomba por e-mail. A ocorrência mobilizou equipes especializadas em contraterrorismo, que iniciaram uma inspeção na aeronave para verificar a possível presença de explosivos.

A informação foi confirmada pelo secretário-geral do Ministério do Interior da Bulgária, Lyubomir Nikolov. Até a divulgação das primeiras informações, não haviam sido detalhados o nome da companhia aérea, o número de passageiros nem o conteúdo da mensagem recebida.

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O caso acontece em meio a uma sequência de alertas de bomba envolvendo voos comerciais em diferentes países europeus. As ocorrências provocaram desvios de rota, inspeções de segurança e interrupções temporárias em aeroportos.

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Equipes de contraterrorismo inspecionam aeronave em Sófia

Após o recebimento da ameaça por e-mail, as autoridades búlgaras acionaram os protocolos de segurança aeroportuária. Integrantes da unidade especializada em contraterrorismo foram mobilizados para verificar a aeronave e procurar possíveis dispositivos explosivos.

Lyubomir Nikolov informou que as autoridades também trabalham para identificar o responsável pelo envio da mensagem. A investigação busca esclarecer a origem do alerta e determinar se houve uma ameaça real ou uma comunicação falsa.

Até o momento, não havia confirmação de explosivos encontrados no avião nem relatos de pessoas feridas relacionados à ocorrência.

Outros voos também receberam ameaças na Europa

O episódio na Bulgária faz parte de uma série de alertas registrados na Europa entre segunda-feira (2) e terça-feira (3). Na Polônia, um voo da companhia LOT, procedente de Londres, foi desviado para o aeroporto de Modlin, próximo a Varsóvia, após uma ameaça de bomba.

Outro avião, operado pela Scandinavian Airlines (SAS) e vindo de Copenhague, pousou no Aeroporto Chopin, em Varsóvia, onde também passou por verificações de segurança.

Na Espanha, uma ameaça envolvendo um voo da Ryanair procedente de Manchester levou ao isolamento temporário de áreas do aeroporto de Múrcia. Após as inspeções, as autoridades informaram que a denúncia era falsa e as operações foram retomadas.

Voo da Wizz Air foi desviado para a Hungria

Na segunda-feira (2), um avião da Wizz Air que fazia a rota entre Londres e Sófia também precisou alterar o trajeto após receber uma ameaça de bomba durante o voo.

A aeronave foi direcionada para Budapeste, na Hungria, onde passou por uma inspeção. Segundo informações divulgadas pelas autoridades e pela companhia aérea, nenhum explosivo foi encontrado.

O ministro da Defesa húngaro, Romulusz Ruszin-Szendi, informou que um caça da Força Aérea do país foi mobilizado para acompanhar o avião até o pouso.

Autoridades investigam origem das ameaças

As autoridades búlgaras afirmaram que estão tentando identificar os responsáveis pelos alertas recentes. Segundo Nikolov, as ameaças têm provocado mudanças de rota e exigido a adoção de medidas preventivas por parte das equipes de segurança.

Mesmo quando não há confirmação de explosivos, alertas desse tipo são tratados como possíveis riscos à segurança da aviação. Os protocolos incluem inspeção das aeronaves e, dependendo da situação, verificações de passageiros, bagagens e áreas dos aeroportos.

As investigações devem esclarecer se os episódios registrados em diferentes países têm alguma relação entre si ou se são ocorrências independentes.

Segurança dos passageiros é prioridade durante inspeções

Uma ameaça de bomba pode provocar alterações na operação de aeroportos e companhias aéreas, incluindo desvios, atrasos e interrupções temporárias. As medidas são adotadas para permitir que equipes especializadas verifiquem as condições de segurança antes da liberação das aeronaves.

No caso registrado na Bulgária, as autoridades continuam apurando a origem da mensagem recebida por e-mail. Até que as verificações sejam concluídas, não é possível afirmar que havia um artefato explosivo a bordo.

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