GP dos EUA F1 2026 só na F1 TV Brasil: veja preço e como assistir
Confira como assistir ao GP dos EUA de F1 2026 ao vivo e os detalhes sobre preços na F1 TV Brasil.

O GP dos Estados Unidos de Fórmula 1, que pode consagrar Kimi Antonelli como campeão do mundo neste domingo (25), ficará fora da grade ao vivo da TV aberta brasileira: a corrida das 17h (horário de Brasília), em Austin, será exibida ao vivo apenas na TV paga e no streaming.
Onde assistir ao GP dos EUA de F1 no Brasil
A prova no Circuito das Américas terá transmissão ao vivo em 4k pelo SporTV 3, disponível em pacotes de TV por assinatura e em plataformas parceiras, e pelos streamings Globoplay Premium e F1 TV Pro. A Globo deixa a tarde livre para a cobertura do segundo turno das eleições e mostra só um compacto da corrida na madrugada, depois do Domingo Maior, por volta da 1h.
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No SporTV 3, a narração será de Bruno Fonseca, com comentários de Luciano Burti, Felipe Giaffone e Rafael Lopes. O correspondente Guilherme Pereira faz as reportagens direto do paddock em Austin.
Para ver online dentro do ecossistema da Globo, o assinante precisa do Globoplay Premium, que custa R$ 39,90 por mês. No streaming, o canal esportivo ganha um recurso extra: “No streaming da Globo, o canal conta com um sinal extra disponível para os assinantes na plataforma, com um mosaico composto por três feeds diferentes: corrida; câmera onboard nos carros; e um mapa onde será possível ver em tempo real a localização de cada piloto na pista”, informa a plataforma.
Além do acesso via Globoplay, o SporTV 3 pode ser assinado em operadoras como Claro, Vivo e no Prime Video (Canais Globo). Já a plataforma oficial da categoria segue como opção direta para o fã mais conectado: “A Fórmula 1 segue com transmissões em seu streaming próprio, a F1 TV Pro, com mensalidade de R$ 44,90 – é possível assinar via terceiros, como Claro e Roku”.
Pelo contrato em vigor, a Globo tem direitos para levar 15 das 23 corridas da temporada na TV aberta. As outras oito, entre elas o GP dos Estados Unidos, ficam restritas à TV por assinatura e ao streaming, com apenas compactos em horário alternativo na emissora aberta.
Entenda o contexto
A ausência do GP dos EUA ao vivo na TV aberta expõe a divisão cada vez mais clara da audiência da Fórmula 1 no Brasil. Quem não tem acesso à TV paga ou a serviços online como Globoplay Premium e F1 TV Pro perde a experiência ao vivo de uma etapa decisiva do campeonato e fica com um resumo enxuto de madrugada. Por outro lado, as plataformas pagas ganham protagonismo e oferecem uma experiência mais completa, com transmissão em 4k, múltiplos ângulos e dados em tempo real.
Na prática, o modelo reforça uma audiência mais segmentada e digital para a categoria, enquanto a TV aberta prioriza a cobertura política em um dia de eleição. O impacto tende a se repetir nas demais provas fora do pacote de 15 corridas abertas, incluindo etapas como México e São Paulo, que completam a sequência de três domingos seguidos de F1.
Como está o grid e o que Antonelli precisa para ser campeão
Na pista, Kimi Antonelli larga na pole position em Austin depois de cravar 1min34s035 na classificação, 0s179 à frente de Max Verstappen, que divide a primeira fila com o italiano. Isack Hadjar e Charles Leclerc formam a segunda fila, enquanto Lewis Hamilton e George Russell partem da terceira.
A ordem de largada, porém, não repete exatamente o resultado da classificação de sábado. Três pilotos foram punidos por ultrapassar o limite de componentes da unidade de potência, o que embaralhou o meio e o fim do grid. Arvid Lindblad, da Racing Bulls, caiu de 9º para 14º com uma punição de cinco posições. Franco Colapinto, da Alpine, despencou de 14º para 21º depois de perder dez postos no grid.
O caso mais extremo é o de Bortoleto, da Audi. O time trocou seis peças da unidade de potência no carro 5 – motor a combustão, turbo, escapamento, bateria, controle eletrônico e componentes auxiliares. Somadas às mudanças já feitas na sexta-feira, o pacote rendeu 80 posições de punição ao brasileiro, que vai para o fim do pelotão, apesar de ter sido o 13º na classificação. O companheiro Nico Hülkenberg larga em 11º. As mudanças abriram espaço para Liam Lawson aparecer em 9º e Pierre Gasly em 10º no grid definitivo.
Bortoleto chega a Austin em 15º no Mundial, com 10 pontos, três a menos que Hülkenberg. Para sair com novos pontos hoje, terá de ganhar várias posições ao longo das 56 voltas, apostando em estratégia e eventuais incidentes à frente.
Na briga pelo título, Antonelli pode resolver a disputa já neste domingo. “O italiano precisa vencer e torcer para que Russell termine, no máximo, em nono; e Lewis Hamilton, em quinto; nessa combinação, Antonelli abriria pelo menos 125 pontos de vantagem, exatamente a pontuação que restaria em disputa, e levaria vantagem no primeiro critério de desempate, o número de vitórias.” Com cinco etapas restantes e 125 pontos ainda em jogo até o fim da temporada, a matemática é apertada.
Se confirmar a vitória com a combinação de resultados, Antonelli encerra a disputa contra os rivais da Mercedes e também elimina as chances matemáticas de Max Verstappen, Charles Leclerc e Lando Norris. Caso a conta não feche em Austin, o italiano terá nova oportunidade de confirmar o título no GP do México, no próximo fim de semana.
Enquanto isso, os fãs brasileiros dividem o foco entre as urnas e a pista texana, em mais um domingo em que o futuro da Fórmula 1 e o da política nacional se cruzam na programação de TV e nas telas de streaming.


